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Claudio Julio Fontoura

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DA HERMENÊUTICA ONTOLÓGICA DE HEIDEGGER

*O presente artigo ainda se encontra em construção, em fase de compilação.

Palavras-Chave: hermenêutica, existencialismo, fenomenologia, ontologia, Heidegger, Husserl.

Key-Words: hermeneutic approach, existentialism, phenomenology, ontology, Heidegger, Husserl.


1. Antecedentes da Filosofia Grega.

Após a denominada tirania dos mitos, o pensamento grego, no período pré-socrático, surge com a insegurança típica do despertar ao crescente tratado lógico, quem bem descreve Xenófanes de Colofão :

“`De frente ao fogo, no inverno, deves dizer a si mesmo, quando se deita saciado em cama macia, bebendo doce vinho e degustando grão-de-bico: Quem és afinal entre os homens? Quantos anos tens, meu caro? Que idades tinhas quando o medo chegou? ”

Parmênides de Eléia , denominado por Platão de Grande Parmênides, célebre opositor de Heráclito, antecipa Descartes:

“Então o mesmo é pensar e ser ”

Parmênides entende que a realidade deve ser compreendida em termos de sua essência, jamais na efemeridade das aparências. Deste modo, o ser apresentaria característica de verdade pura, em contraposição à aparência, pluralidade e o vir-a-ser da ‘via de Heráclito’:

“ Importante é dizer e pensar que apenas o Ser é; Então o Ser é e Nada então não é. Digo a ti que consideres esta frase. Então deste primeiro caminho de pesquisa te afasto. Mas também [te afasto] daquele, da qual mortais que nada sabem vacilam, duplas cabeças. Então sem cuidados, cravam em seus peitos entendimento fraco. Caminham surdas, cegas, perplexas e indecisas multidões. Tomando o Ser e o Não-ser como iguais, e não para si mesmo, e por tudo se dá um caminho reversível. ”.

Heráclito de Éfeso defende:

“Este cosmos, o mesmo para todos os seres, nenhum dos Deuses nem dos homens, o criou, sempre foi, é, e continuará sendo para sempre um fogo eterno vivo. Acendendo-se em medidas, apagando-se em medidas”.

2. Empirismo e Idealismo

Conforme se afirmou acima, a famosa frase de Descartes, nada inova em relação à Parmênides, por apoio ao sub-título denominado ‘para bem conduzir a própria razão e procurar a verdade nas ciências’, a obra Discurso do Método proclama em sua quarta parte:

“Cogito, ergo sum ”.

Não é exagero mencionar que com este pensador, permanece cindida toda a filosofia moderna entre seus seguidores denominados idealistas, e os opositores denominados empiricistas. Ousamos fazer um paralelismo, com as devidas escusas pelas considerações extemporâneas, entre o antagonismo de Parmênides e Heráclito. Para fortalecer este argumento, não se pode esquecer que é atribuído ao filósofo Alfred North Whitehead, a frase de que toda a filosofia ocidental é uma nota de rodapé à obra de Platão.

Em apoio ao nosso pensar, no vigésimo World Congress of Philosophy, realizado em Boston, Massachusetts, de 10 a 15 de Agosto de 1998, pronunciou o Prof. Videla sobre a ontologia de Heidegger traçando um paralelo com Parmênides e Descartes


3. Fenomenologia de Husserl

Psicologismo é a doutrina filosófica que subordina a lógica e a epistemologia à psicologia experimental.

A idéia de intencionalidade de Brentano traz um elemento ideal à consciência, por ser intencional, que não pode ser reduzida à realidade espaço-temporal.

Sem desmerecer a utilização do método experimental, é necessário delimitar o campo de investigação em que tal metodologia poderá ser utilizada, reivindicando novos campos.


4. A intencionalidade em Franz Brentano

Psychologie vom empirischen Standpunkt (1874):
“O que caracteriza todo o fenômeno psíquico é o que os escolásticos da idade média chamaram presença (Inexistenz) intencional e que nós poderíamos denominar por... relação à um conteúdo, direção para um objeto, ou objetividade imanente.”

Percepção interna e externa: fenômenos psíquicos objeto da psicologia empírica e aos fenômenos físicos, objeto das ciências da natureza.
Com a publicação da Gesamtausgabe de Martin Heidegger, especialmente suas palestras em Freiburg e Marburg nas décadas de 1910 e1920, tem evidenciado um período “jovem” e um mais maduro de heidegger na magnum opus de 1927 “Ser e Tempo”.
5. Tensões e rupturas entre o pensamento de Heidegger e Husserl.
Na verdade não há nenhum rompimento no método hermenêutico de Heidegger para a ontologia, que vai interpretar o “ser-no-mundo,” e a fenomenologia transcendental de Husserl, que propõe colocar o mundo externo entre parênteses para focar a subjetividade. Os dois projetos não são idênticos, mas espelham uma simetria crescente no tempo .
Não se pode esquecer que assim que Heidegger assume a cadeira de Husserl em Freiburg, ele praticamente abandona boa parte do projeto filosófico de seu mentor.
Em 1923, antes de se mudar para Marburg, por exemplo, Heidegger escreveu para Karl Löwith com o seguinte reporte de sua apresentação dos trabalhos de Husserl em sala de aula: “Nas horas finais do seminário, publicamente destruí as Idéias … Estou agora convencido que Husserl nunca foi um filódsofo, nem mesmo por um segundo .”
Em Dezembro de 1926, com a obra “Ser e Tempo” quase pronta, ele escreve para Jaspers: “Se o meu tratado for ser interpretado contra alguém, é contra Husserl, o que escrevo contra é a fenomenologia como pseudofilosofia, (Scheinphilosophie) .”
Husserl, mais tarde, descreve esta duplicidade de Heidegger como “um dos problemas mais difíceis da minha vida .”
Como Heidegger menciona: “sujeito e objeto não coincidem com Dasein e Mundo” (SZ 60). Naturalmente o termo “Dasein” se reporta ao ser humano individual, é a tradição moderna que entende que o seres humanso são sujeitos. mas “Dasein” não significa sujeito, nem “estar-no-mundo” seria uma descrição de subjetividade. O uso desta nova terminologia por Heidegger é um esforço enorme para reinterpretar e redescrever os apectos da existência que o vocabulário da filosofia convencional sistematicamente distorce e torna obscuro.
Para Heidegger, a fenomenologia é um método de interpretação, e “interpretação nunca é uma apreensão de algo sem pressuposição” (SZ 150).
6 – Fenomenologia.
Junção de dois vocábulos gregos: phainomenon (uma “aparição) e logos ("razão" ) Phenomenology pretende descobrir a essência inerente dos fenômenos.
Husserl tentaria descrever aquilo que nos é dado pela experiência sem preconcepções obscuras ou especulações hipotéticas
O tema central seria 'para as coisas por elas mesmas'
Esta seria a única saída para o impasse filosófico entre os realistas , que afirmavam, em apertada síntese, a existência exclusiva dos objetos, e os idealistas, que afirmavam a prevalência do sujeito
Ao invés de especular sobre a realidade, buscaria-se uma descrição pura da mesma.
Husserl distinguia o ato de conhecer (noesis) do objeto (noema) .
A Intuição edidética (Wessenschau) é um insight em relação às essências através da experiência concreta de dados individuais, que podem ser percebidos ou imaginados.
Conhecida como redução eidética. Entender as coisas não como realidade, mas instâncias da realidade,como puras possibilidades ao invés de realidades.
Seguindo Descartes, esta redução é necessária para guiar uma ciência genuína. Pela apodicidade (transparência absoluta) e univocidade (ausência de pluralidade de sentido). Quando a ciência age deste modo, os objetos não são mais coisas, mas essências: significados, categorias, , tipos ideais, e leis.
Para Husserl, a ciência deveria operar apenas na abstração para alcançar a atemporalidade. Apesar de não afirmado por Husserl, esta tese se inicia com Parmenides: Apenas pode ser conhecido é o que é, e ser exclui o passageiro e o efêmero.
Essa linha de pensamento Eleática no pensamento de Husserl significa que o sentido (Sinn) é atemporal e ideal. A questão antiga em saber como o atemporal se inicia no fluxo da cotidianidade do dia-a-dia, pode ser entendida por uma distinção central em sua teoria de intencionalidade:
A distinção entre o ato de “intencionar” (noesis) e o conteúdo do significado (noema) do objeto “intencionado”. O ato noético é real no sentido que é um evento temporal quando a consciência apreende como um objeto intencional. Já o noema é ideal. : Reside aí o significado atemporal que dá a forma (morphe) coma qual a consciência sintetiza os dados materiais (hyle). Então, todo ato intencional (noesis) é uma realização de um conhecimento atemporal
Historicamente as raízes do pensamento de Heidegger estariam centradas nos escritos do Século XIX de Soren Kierkegaard, Friedrich Nietzsche, e Fyodor Dostoyevsky.
"Hermenêtica [é] a arte ou a teoria de interpretação, significando também um tipo de filosofia que se inicia com questões de interpretação. Originariamente preocupada com a interpretação de textos sagrados, se torna um movimento filosófico. Existem duas posições em competição pela hermenêutica: a primeira segue Wilhelm Dilthey e vê a interpretação ou Verstehen como um método para as ciências humanas e históricas, enquanto que a segunda segue Heidegger e se enxerga como um evento 'ontológico,' uma interação entre o intérprete e o texto que é parte da história do que é entendido. Prover regras ou critérios para entender o que um autor “realmente” quis dizer é um problema típico da primeira escola. A interpretação da lei apresenta um exemplo do segundo tipo, uma vez que ao aplicar os comandos legais, inevitavelmente estes são transformados ”
7 - Hermenêutica Ontológica:
Trata-se de construção de Martin Heidegger, elaborado por seu aluno Hans-Georg Gadamer.
A hermenêutica é crucial para uma ontologia fundamental, longe de ser apenas uma técnica para descobrir significados num texto, trata-se de um versão explícita e rigorosa de uma busca de profundidade e clareza da vida em si mesma.

Hermenêutica Ontológica de Heidegger:

Toda a tarefa da filosofia, como ontologia é interpretar tornando expressa a questão do ser.

O dasein é um ser no mundo, ou seja, o mundo é o horizonte do encontro do ente, trata-se das possibilidades do dasein.

A mundaneidade do mundo é a significabilidade (bedeutsamkeit) como horizonte de compreensão.

O dasein portanto encontra-se afetado pelos entes intramundanos do seguinte modo:

1) Compreensão (verstehen);
2) Interpretação (auslegung);
3) Interpretação discursiva (auslegung rede).

A compreensão (verstehen) do dasein está no fato de um ser que tem a morte como a possibilidade de “já-não-poder-estar” aí (Nicht-Mehr-Dasein-Könnes), e é com esta morte que se manifesta o caráter mais original da angústia.

Sendo o ser-com-outro (mitsein) uma estrutura do ser-no-mundo a morte é a possibilidade de já-não-poder-estar-com-outro, residindo daí a autonomia radical do dasein.

O dasein portanto tem uma radical singularidade, traduzindo a morte como própria, autônoma e insuperabilidade máxima (unüberholbare).

A presença formal da morte deve ser realizada existencialmente nas palavras de Heidegger: “enquanto ser já lançado no mundo está em cada caso entregue a sua morte. O esquivar-se ante esse ser na queda cotidiana é um ser para a morte imprópria.”

Para evitar a queda no tagarelar cotidiano, que indica que quem morre são os outros, ou com a proteção de que vai se mover, mas por enquanto ainda não, exige o cuidado com o ser do dasein.

A morte deve ser encarada enquanto possibilidade e não um mero acontecimento empírico, intramundano. É necessário antecipar-se na possibilidade.

“A condição hermenêutica está satisfeita quando o dasein se encontra no modo ôntico-existencial de antecipar-se para a morte.”

A possibilidade mais radical de não ser para o dasein é precisamente a impossibilidade da sua existência, isto é, a morte.

“Antecipando-se decididamente para a morte encontramos assim o dasein no modo de ser ôntico próprio e em totalidade, isto é, acessível ao questionar hermenêutico.”

Antecipando-se para a morte e afetado pela angústia o dasein auto interpreta-se propriamente.

Este questionar hermenêutico apenas o próprio dasein no modo de ser próprio pode levar efeito.

A temporalidade (zeitlichkeit) é o sentido do ser do dasein. Representando o horizonte transcendental da questão do ser (1ª parte da única publicada do livro “Ser e tempo”).

“O questionar hermenêutico não faz mais que revelar o modo de ser ôntico do Dasein, a possibilidade em que ele se encontra já projetado, como uma resposta à questão que interroga pelo sentido do seu ser. Agora bem, o modo de ser do Dasein enquanto resposta pode ser verdadeiro ou falso; mas o Dasein não pode escolher não responder, ele já respondeu sempre.”

Na obra “Problemas fundamentais da fenomenologia” (Die grundprobleme der phänomenologie) menciona Heidegger: “a verdade é uma vocação à qual responde o Dasein, isto é, uma livre possibilidade da sua existência.”

8 - A tarefa hermenêutica e a fundamentação: A visão de João Paisana.

“Se já tínhamos mostrado a incompatibilidade entre a fenomenologia explicativa de Husserl e a fenomenologia hermenêutica heideggeriana, mesmo tomando em consideração a temática da lebenswelt das últimas obras de Husserl, esta incompatibilidade tornou-se mais patente através do estudo do pensamento de Heidegger na sua referência à questão do fundamento.

Para Heidegger, o que caracteriza em primeiro lugar a possibilidade de fundamentação é a formulação do questionar, o aparecimento da pergunta por quê: “por que assim e não de outro modo? Por que isto e não aquilo? Por que em geral algo e não nada?”

Deste modo, fundar só é possível respondendo a uma questão. Por tal motivo tivemos de fazer a aproximação entre a fundamentação e a tarefa hermenêutica. Mas se fundar é responder a uma questão expressa, vimos igualmente que a questão, devido às suas implicações ontológicas, nunca admite uma solução, isto é, uma resposta intemporal, dada de uma vez por todas, que suprimiria a questão ou a superaria. “O nada (Unwesen) do fundamento apenas é vencido no existir fático, mas nunca eliminado.”

A fundamentação tem assim sempre um caráter historial, nunca pode ser reduzida a um corpo doutrinário intemporal, a uma philosophia perennis. Todo o questionar filosófico, porque realizado a partir de um modo fático de ser no mundo do Dasein, se encontra já imerso na tradição filosófica, na história da filosofia. “O domínio a partir do qual pensamos é, na concepção corrente, a história do pensamento ocidental.”

Ora, uma tal formulação da fundamentação é completamente inaceitável do ponto de vista husserliano. O projeto filosófico de Husserl visa a elaboração de uma filosofia assente numa fundamentação absoluta, isenta de pressupostos, de modo a poder formular um corpo doutrinário, que pudesse constituir as bases de uma autêntica filosofia intemporal. Este projeto é mantido durante todo o percurso filosófico husserliano, sendo ainda expressamente reivindicado em Krisis. Mas, por outro lado, talvez mais profundamente, é a própria possibilidade de questionar que se encontra, por princípio, inviabilizada, devido a motivos metodológicos, na filosofia do autor. O acesso reflexivo-explicativo aos modos de ser da consciência, o único considerado por Husserl como fenomenologicamente válido, implica necessariamente a sua tematização ao nível da efetividade. Estes modos nunca podem ser considerados a partir das suas possibilidades, isto é, da abertura da questão.

Mas se, para Husserl, fundar é explicitar um modo de ser da consciência sempre pressuposto na sua efetividade, tal implica a existência de um modo de ser fundante em pura positividade. É precisamente este o papel que Husserl atribui à síntese passiva ou síntese temporal. Só a partir deste modo de ser primitivo é que o ego se pode “constituir na unidade de uma história”. Ora, para heidegger, o Dasein não admite um modo de ser fundante em mera positividade.

Compreendendo-se a partir do abismo aberto pelas suas possibilidades de ser no mundo, todo o modo de ser do Dasein é sempre uma possibilidade de ser irredutível à pura positividade. Se a exegese ontológico-existenciária privilegia um modo de ser ôntico do Dasein, o modo de ser próprio, tal não significa, como vimos, que esse modo de ser ôntico seja o objeto material da fenomenologia hermenêutica. O âmbito da ontologia abre-se pelo próprio questionar hermenêutico.

Deste modo, para o autor de “Sein und Zeit”, o fundamento da fundamentação, ao contrário de Husserl, não é um ente ou um modo de ser ôntico, mas a própria estrutura ontológica do Dasein, enquanto se articula sobre a temporalidade finita, isto é, sobre a questão do seu ser. A própria estrutura ontológica, devido a esta articulação, não é intemporal mas radicalmente histórica. É porque há o Dasein finito que é possível a questão do fundamento. Compreende-se assim que Heidegger nos afirme no final da conferência sobre o princípio de razão (Satz vom grund): “Tudo depende de nós, diz-se. Apenas o que importa é...que possamos ser os mortais que somos, a saber, aqueles que se mantêm sob o apelo do ser. Apenas tais entes são capazes de morrer, isto é, assumir a morte como morte.”

10 – Da dificuldade de sintetizar o pensamento de Heidegger: Julian Marías:

“El pensamiento de Heidegger es de gran profundidad y originalidad. Sus dificultades son también grandes. Heidegger há creado una terminologia filosófica que suscita graves problemas de comprensión, pero más aún de traducción. Al intentar expressar ideas nuevas y descubrir realidades antes desatendidas, Heidegger no rehuye una reforma profunda del vocabulario filosófico, para llevar mejor a la intuición de aquello que quiere hacer ver. La filosofía de Heidegger, por otra parte, está esencialmente incompleta. De su libro capital no se ha publicado más que la primera mitad, seguida de um largo y casi total silencio, de otros escritos más breves, de caracteres y orientación bastante distintos, y de la renuncia a la publicación del tomo segundo. Esto aumenta las dificultades de una exposición, que no puede hacerse en rigor hoy con precisión y sin apresuramiento. Tendré que limitarme, por tanto, a indicar el punto de vista en que Heidegger se sitúa y señalar algunos momentos capitales de su metafísica, que hagan comprender su sentido y ayuden a entender sus obras.”

Nascido cerca de 585 anos antes de Cristo.
Diels, Hermann. Die Fragmente der Vorsokratiker. 6ª edição, Weidmannsche Verlagsbuchhandlug, 1951, 1º volume, página135. Tradução livre do alemão.
Nascido cerca de 530 anos antes de Cristo.
Diels, Hermann. Die Fragmente der Vorsokratiker. 6ª edição, Weidmannsche Verlagsbuchhandlug, 1951, 1º volume, página 231. Tradução livre do alemão.
Diels, Hermann. Die Fragmente der Vorsokratiker. 6ª edição, Weidmannsche Verlagsbuchhandlug, 1951, 1º volume, página 232. Tradução livre do alemão.
Em vernáculo: Penso, logo existo. Descartes, René. Discurso do Método. Tradução para o inglês de Elizabeth S. Haldane e G. R. T. Ross, Cambridge University Press, publicado no volume 31 da obra The Great Books of the Western World, 26ª edição, Encyclopaedia Britannica e University of Chicago, página 51. Tradução livre do inglês.
Videla, Daniel. The Problem of Science in Heidegger's Thought. New School for Social Research. http://www.bu.edu/wcp/Papers/Scie/ScieVide.htm: “One could therefore say that the book brings to relief a philosophical error that goes back to Parmenides: objectifying Being as presence when interpreting the being of entities. Somehow, between our (Dasein's) raw awareness of being in time and the formation of the basic philosophical concepts, a certain slippage of meaning has taken place, falsely rendering time under the guise of one of its determinations: the present. Thus, philosophy has come to operate with a notion of being that orients itself towards an outer object, nature or the world. The foremost example is the interpretation of the world as res extensa appearing to a no less a-temporal res cogitans, or subject of cognition. Philosophy, according to Being and Time, is therefore in need to clarify the often confused understanding of temporality, and the extent to which a one-sided interpretation of time is at work when we "define" or grasp the world as divided among entities of different sorts, as divided between "man" and a "nature" that appears to the man's cognition, or légein”.

Clássica obra: Logishe Untersuchungen
Steven Galt Crowell. Husserl, Heidegger, and the Space of Meaning: Paths toward Transcendental Phenomenology. Northwestern University Press, 2001
Cartas à Löwith, 20 de Fevereiro e 8 de Maio de 1923. Citado na “Psychological and Transcendental Phenomenology” T. Sheehan and R.E. Palmer, eds. and trans. (Dordrecht: Kluwer, 1997). Livre tradução do inglês.
Cartas à Jaspers, 26 de Dezembro de 1926. Citado na obra Martin Heidegger / Karl Jaspers. Briefwechsel 1920-1963. W. Biemel and H. Saner, eds. Munich: Piper, 1992. Livre tradução do alemão.
“Psychological and Transcendental Phenomenology” and the Confrontation with Heidegger (1927-1931), pág. 482.
Dillion, M. C. Merleau-Ponty's Ontology: 2ª edição, 1998: Northwestern University Press.
Robert Audi (Ed.), The Cambridge Dictionary of Philosophy, p. 323
João Paisana. Fenomenologia e hermenêutica – A relação entre as filosofias de Husserl e Heidegger. Lisboa, 1992, ed. Presença.
João Paisana. Fenomenologia e hermenêutica – A relação entre as filosofias de Husserl e Heidegger. Ed. Presença. Lisboa, 1992.

Julián Marías. Historia de la Filosofía, Alianza Editorial, Madrid, 1985.